Vou começar algo que só se pode fazer a partir dos 18 anos: Ter o direito de atropelar pessoas.
Como para ter essa capacidade é necessário saber fazer bem a coisa, tenho que ter uma data de aulas de código e de condução.
E não, não vejo mal nenhum de só aos 22 anos estar a tirar a carta. Infelizmente não se explica o funcionamento do motor de combustão e toda a física relacionada com um objecto de 1.5 Toneladas a 60 Km/h.
Estou a tirar a carta agora porque acho que é a altura ideal e quando mais necessito ou neste caso, quando mais vou necessitar.
Curiosamente não consegui encontrar uma imagem maior.
Anyway, este é um filme engraçado. Uma mulher chega a uma aldeiazeca no meio de frança e começa a romper com toda a moralidade e tradição, sendo esta representada pela religião, usando uma simples chocolateria. Á medida que luta contra isto ela propria verifica que é altura de seguir em frente e não ficar presa ao passado. Não é um filme contra a religião mas sim um filme sobre a abertura de mentalidade e inovação. Tem Johny Depp no papel mas ele coitadinho estar lá ou não estar era igual. Os grandes papeis deste filme vão para as mulheres, Juliette Binoche e Judi Dench.
Este comportamento é tipico meu. Não consigo ser constante com algo.
E o blog é um bom exemplo.
Ou faço 500 posts numa semana e depois estou outra semana sem dizer nada.
Eu até quero escrever, mas rapidamente perco o hábito que rapidamente também ganhei.
De qualquer maneira, não morri. Alias, até tou a ficar (finalmente) mais ocupado.
O projecto final vai começar e vi o Grande concerto dos Muse no Campo Pequeno. Deveria ter feito um post sobre o concerto. Mas depois não gosto de fazer post sobre algo que já tem algum tempo.
Eu geralmente não gosto dos filmes baseados em herois de banda desenhada porque, pura e simplesmente, os filmes falham! Falham em apanhar aquele ambiente comic, os dialogos, o uso de storyboards.
Dos que vi, não gostei do Daredevil, Hulk etc etc (também não me lembro de mais). O Homem-Aranha safou-se.
Sin City é baseado na obra de Frank Miller. E Sin City resulta! Muito provavelmente por Frank Miller ter trabalhado ao lado do realizador Robert Rodriguez e terem mantido a história o mais possivel fiel à BD. E quando digo o mais possivel fiel é mesmo o mais possivel fiel.
Assim temos um filme a preto e branco, com todo o seu aspecto de BD e noir que isso nos proporciona. As cores aparecem em pequenos pormenores, como olhos, lábios, um vestido ou sangue. Embora em muitas partes o sangue é branco. E sangue é coisa que não falta neste filme. Sim, o filme é violento. Mas com este ar de BD que lhe dão é como se a violencia não tivesse tanto impacto.
A titulo de curiosidade, Robert Rodriguez é amigo chegado de Quentin Tarantino. O próprio Tarantino fez uma cena no filme. Mais um factor a favor do filme.
Fala sobre quatro personagens que entram numa espiral devido ao vicio: droga, televisão, desejo de ser alguem etc, e acabam totalmente destruidas. Com uma grande banda sonora e um grande jogo de camaras e imagens. Mas é um filme arrebatador e provocante. Vale a pena ver.
É minha impressão ou fizeram de proposito de maneira a que o Desmmond parecesse tal e qual Jesus Cristo?
Como que ressucita, todo nu. Hurley dá-lhe uma tshirt que mais parece umas daquelas roupas mesmo à Jesus. Tem a barba por fazer e cabelo comprido. O cabelo já o tinha antes. E parece que sabe o futuro.
Hmmmmmm.
E felizmente Locke reaparece. Uma personagem fantastica, pena na ultima season ter desaparecido um pouco.
Como ultimamente tenho ido ao cinema regularmente, vou criar algo que no fundo já existia, que era um review aos filmes que vejo. Embora tenha começado com isso depois escapou-me totalmente.
Assim vou criar uma nova secção (pareço que tenho um programa de tv ou uma revista) em que apenas digo o filme que vi juntamente com o poster e se me apetecer deixo um pequeno, ou não, comentário.
Gostei. Simples e eficaz. Feito de forma independente por um casal de directores de videos musicais e posteriormente comprado pela FOX, foi aclamado em vários festivais de cinema.
Aparentemente este senhor é o Almirante Pinheiro Azevedo. Não faço a minima ideia de quem é. Acho que esta reportagem deve ser antes do 25 de Abril. Não sei porque foi feita e não conheço metade de o que ele se tá a referir.
Mas sei que este senhor gozou com eles todos. É um grande gozão. Tomara que metade dos politicos e dirigentes desportivos deste pais fossem tão gozões como ele.
E isto é do tempo da televisão a preto e branco. Isto é hilariante!
Eu só chego à conclusão que Portugal é um pais de gozões.
Deviam fazer um reality show/concurso para descobrir um grande gozão. Tramagal teria que ter um participante.
EDIT: Pronto, eu confesso que pus a pata na poça desta vez. Enganei-me! Estou perdoado? Ainda bem que eu tenho uns leitores tão cultos que me ensinam o (pouco) que eu não sei! De qualquer maneira, o meu objectivo era voces comentarem o que este homem disse e a forma como ele o disse. Vá, vamos lá a fazer-me a vontade.
O que acontece quando um grupo de jovens decide fazer uma peça de teatro sobre o Monkey Island?
E a coloca no Google Video?
Parece um bocado de malucos, mas não. Este grupo de jovens de Hammind High School em Maryland, Columbia, decidiu fazer uma peça de teatro sobre o Monkey Island. A peça foi gravada e colocada no Google Video e são 90mins muito bem conseguidos com muito humor.
Mesmo para quem nunca jogou Monkey Island ou quem nunca tenha ouvido falar de tal coisa, a peça é engraçada e não se perde o sentido à história. Mesmo seguindo fielmente o enredo do jogo, conseguem adicionar vários pormenores engraçados que ainda melhora a peça.
Basicamente este fenomeno rarissimo, chamado fetus in fetu, é quando o feto de um irmão gémeo fica dentro do feto do outro irmão gémeo. O curioso é que o feto preso consegue-se desenvolver até um certo ponto, que foi o caso que aconteceu, até ser necessária invervenção cirugica.
Depois ter feito o post sobre Dredg, tive a investiga-los. Vim a descobrir que o baixista da banda criou um quadro para cada musica do ultimo album. Pode ser visto aqui.
Curiosamente o estilo é parecido com o de Jeff Jordan. Este senhor está a criar a artwork do novo album de The Mars Volta.
O curioso é que eu gosto bastante dete tipo de arte. Eu não sei que corrente artistica é, que nome lhe dão, whatever. Isso não me interessa muito porque também não ligo muito a isso na musica.
Mas boy, ho boy, que gostava de ter uns poucos destes numa parede, isso gostava!